Madeiras SGT: Cedro-Rosa

Origem

O cedro-rosa, também é conhecido como acaicá, acajá-catinga, capiúva, cedro-amarelo, cedro-batata, cedro-branco, cedro-cetim, cedro-fofo, cedro-roxo, cedro-verdadeiro, cedro-vermelho, cedro-da-bahia, cedro-da-várzea, cedro-de-carangola, cedro-do-campo, cedro misionero (Argentina); cedro (Bolívia); ygary (Paraguai) e cedro colorado (Peru). Ocorre em todos os ambientes florestais do Brasil e em praticamente toda a América Latina. Seu tronco é cilíndrico, longo, reto ou pouco tortuoso e quando se ramifica produz uma copa alta e frondosa.

Características

Madeira rosada, leve, fácil de trabalhar e perfumada, resistente a cupins, brocas e fungos apodrecedores. Em instrumentos musicais, é utilizada para corpo e braços de guitarras e baixos, tampos e braços de instrumentos acústicos em geral, fundo e lateral de violão, corpo de rabeca, congas, atabaques, pandeiros. Com densidade de 0,46 g/cm³, é pouco compacta, ressonante de média granulação, timbre médio-grave, indicado como bom substituto do mogno.

 Curiosidades

O nome Cedro vem do Grego “Kedros”, que remete a “queimar, perfumar, purificar”, visto que o lenho é usado para perfumar ambientes. No Latim “cedrus” é o nome comum de diversas arvores da família das Lauráceas, Pináceas e Meliáceas. Apesar do cheiro perfumado da madeira do Cedro, as folhas quando amassadas exalam um cheiro semelhante ao da cebola. O mesmo cheiro pode ser percebido próximo a essas árvores em dias de chuva ou com alta umidade no ar. O Cedro-rosa é uma espécie ameaçada de extinção, estando na categoria “vulnerável”.

 

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